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História

Como tudo começou

A Editora São Miguel pertencente à Província dos Franciscanos Capuchinhos do Rio Grande do Sul. Iniciou suas atividades em 7 de maio de 1952 com a inauguração das instalações no bairro Rio Branco em Caxias do Sul.

A São Miguel nasceu para dar suporte às operações editoriais e gráficas do jornal Correio Riograndense, que se transferiu de Garibaldi para Caxias do Sul. Até o início de 1947, em Garibaldi, a então tipografia possuía, além da impressora do jornal, uma impressora manual Phenix (formato 33x48cm), uma picotadeira, uma grampeadeira e uma guilhotina Krause de 80 cm de entrada. A primeira ideia de estruturar uma gráfica surgiu com a aquisição da impressora Rotoplana, usada, e com a importação de uma Linotype, vinda dos Estados Unidos.

Em maio de 1952, quando a transferência das máquinas de Garibaldi, na nova sede já estavam instaladas duas impressoras “Original Heidelberg" automática montada em Caxias do Sul entrou em operação.

Num gesto simbólico de pedido de proteção para a nova gráfica, foram impressas milhares de "novenas" a N. Sra. de Fátima.

No mesmo ano foram adquiridas uma dobradeira, uma nova guilhotina, uma segunda Linotype (Modelo 32), uma costuradeira e uma grampeadeira.

Nascia, de fato, a Editora São Miguel.

Segunda Fase

Nos anos 1970 começa uma segunda fase da empresa, com o ingresso no sistema gráfico offset. A chegada da rotativa Goss Community para a impressão de jornais e informativos significou a alteração dos processos em boa parte da empresa. Não demorou e o setor de impressos em máquinas planas logo foi contagiado pelo novo sistema.

Assim, em 1971 era instalada uma Original Heidelberg offset modelo SORK. A seguir, em 1973 e 1974, as três primeiras impressoras offset modelo GTO.

No final de 1975, a chegada de uma dobradeira Bremer Poligraf com alimentador rotativo contínuo deu à gráfica um fôlego de mais de duas décadas na área de acabamento.

Multiplicar a capacidade de produção de material de expediente em geral, com ênfase nos serviços de talonários numerados e multicoloridos, foi o foco mantido pela Editora nos anos 1980. Para sustentar tais objetivos, ganharam destaque o treinamento de técnicos em várias áreas da produção - do desenho à impressão - a renovação do parque gráfico e a grande capacidade instalada na área de acabamento.

No dia 30 de junho de 1989, depois de 37 anos de operações, chegou ao fim a era tipográfica na Editora São Miguel. A saída do chumbo não só mudava o sistema de impressão, como implicava a substituição do sistema de composição.

No início de 1990 a São Miguel definiu-se pelo segmento de impressos promocionais e comerciais e de publicações periódicas em policromia.

Os investimentos avolumaram-se para a aquisição de máquinas de quatro e cinco cores em todos os formatos, para modernizar a área de acabamento e também para implantar a editoração eletrônica.

A São Miguel optou por plataformas Macintosh e programas profissionais de artes gráficas. Este setor foi evoluindo conforme as necessidades dos clientes, beneficiado pelo acelerado e exponencial aumento de capacidade dos equipamentos.

Assim, a Editora São Miguel foi pioneira ao planejar e realizar seminários com agências de publicidade, objetivando dividir conhecimentos na área de digitalização, software, fechamento de arquivos eletrônicos e demais fases do processo de editoração, geração e tratamento de imagens.

Nos anos 1990 a sofisticação dos equipamentos impressores e a consistência do preparo técnico dos profissionais da Editora São Miguel proporcionaram ao mercado de serviços gráficos ganhos e diferenciais de atendimento nunca vistos.

No início de janeiro de 1998, a Editora São Miguel passa a operar no bairro Desvio Rizzo, em Caxias do Sul, em uma área construída de cerca de seis mil metros quadrados identificada por uma nova logomarca que, através de seus elementos gráficos e tipologia, sintetiza o próprio negócio gráfico da impressão em papel e da tecnologia da digitalização de imagens.

Com tal estrutura e tais qualificativos, a Editora São Miguel passou a ser identificada como um verdadeiro Centro de Soluções Gráficas.

 

Anos 2000

Em agosto de 2001 é apresentada ao mercado regional, com a presença de autoridades, clientes e agências de publicidade, a Speedmaster CD 102 5+L.

Este evento marca também a abertura das celebrações da passagem dos 50 anos da Editora São Miguel. No ano em que celebra seu cinquentenário, a Editora São Miguel reafirma sua trajetória de investimentos planificados.

Em 2002, dá mais um significativo passo na aproximação de seus clientes com a atualização tecnológica. A exigência de produtividade e qualidade no campo da oferta de serviços gráficos chega ao cliente através de uma tecnologia que é um atalho rumo ao futuro, passando a operar um sistema de cópia de chapas através de uso de raio laser. O sistema é conhecido como CTP - computer to plate, isto é, do computador para a chapa. Fica eliminada a confecção do fotolito e o trabalho de montagem.

A Editora São Miguel assimilou no decorrer de sua história, as tecnologias mais adequadas, culminando com o domínio da editoração eletrônica e dos mais avançados processos de digitalização e tratamento de imagens

A São Miguel Hoje

Há 69 anos no mercado, a Editora São Miguel incorporou o conceito de “impressão que evolui”, optando pelo caminho da eficiência, da renovação tecnológica e da qualificação como condição de atender seus clientes.

Em sua trajetória, sempre esteve presente na comunidade como uma empresa atenta ao meio ambiente e a conservação da vida. Periodicamente edita manuais que expressam este posicionamento e reafirmam o propósito da busca de um futuro onde o ser humano e o ambiente natural tenham uma relação respeitosa e equilibrada.

Como empresa integrante da Associação Literária São Boaventura, está convicta de que crescer com os clientes é a melhor forma de celebrar a própria história.

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